Que vontade de chegar perto, sentir o cheiro de traz da orelha, de puxar pra junto do meu corpo nu, rasgar a sua roupa e te despir por inteiro. Vontade de apertar, de lamber o queixo e descer até o...um... descer até o umbigo.
Vontade de morder as nádegas, devagar, de te colocar de joelhos e fazer implorar por um beijo. De te chamar de "cachorro", "safado", "gostoso", de te obrigar a me nomear de formas “eróticas”, de te puxar pelo cabelo e dá um beijo forte, buscando tocar a sua alma com meu fogo, com minha malícia. E depois de tudo, depois deixaria você me render, ou melhor, deixaria que você acreditasse nisso, pois assim você me toma com gana, com fúria, quase como se violentasse-me .
Sou má, não quero te amar, quero te usar. Quero ter você como objeto, brinquedo, sempre pronto à satisfazer meus desejos.


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